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Foto: Pixabay.com |
Na vida há aqueles momentos nos quais nos deixamos levar por pensamentos que nos empurram para longas reflexões, e um destes instantes nasceu após ler um texto chamado 'O tempo e as jabuticabas' de Rubem Alves.
O tempo passa a cada instante, muitas vezes, sem que possamos avaliar ou perceber que cada minuto é um tempo que jamais poderá ser revivido ou recuperado.
Acredito que tenhamos duas idades: a idade física (cronológica) e a idade da alma. Aos 63 anos, minha alma se imagina com 20 e quando me vejo no espelho, percebo a figura de alguém com algumas rugas e muitos cabelos brancos, que deixou para trás há muito a juventude.
O tempo passa sem parar. E vamos contando os dias, os anos...E vamos felizes comemorando aniversários! E sem sentir, envelhecendo.
Mas, qual o problema de envelhecer? Nenhum. Afinal, pessoas, animais, árvores, flores, envelhecem. Até as estrelas do céu envelhecem. Por que não iríamos envelhecer?
Devemos ter consciência que envelhecer é natural, normal. Sentir-se velho é diferente, é estado de espírito, é a idade da alma.
Precisamos estar atentos à essência da vida, feita de pequenas coisas que agregam valor ao nosso dia a dia. Essas pequenas coisas rapidamente se tornam boas lembranças.
P.S. De acordo com informações recentes, o texto 'O tempo e as jabuticabas' seria do escritor Ricardo Gondim. É um belo texto que vale a pena conhecer/ler.
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